quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Projeto: Bullying - Um problema de todos


OBJETIVO GERAL

 

·         Pesquisar e refletir sobre as causas e consequências do bullying, tomando como partida as narrativas de alunos, professores, pais e responsáveis.

 

Objetivos Específicos

·Discutir com os alunos as principais causas de bullying.

·Refletir sobre a necessidade de desenvolvermos ações educativas contra o bullying na unidade escolar.

·Aplicar atividades orais e escritas que estimulem a reflexão sobre as práticas de violência no espaço escolar.

·Discutir o respeito às diferenças no espaço escolar.

·Criar sansões para os alunos que comete o bullying no ambiente escolar.

 

JUSTIFICATIVA

O Bullying não é um problema novo, mas a sua extensão só começou a ser pesquisada e divulgada nos últimos anos. Dessa forma, a sua presença na escola é muito mais comum do que pensam professores e pais.

As causas ou consequências estão diretamente relacionada ao tema são ao abandono escolar, indisciplina/ ato infracional dos alunos. Considerando a necessidade de atuação imediata e preventiva da equipe pedagógica da escola para identificar, orientar e prevenir a prática de bullying eventualmente relacionado a infrequência/abandono/indisciplina/ato infracional do aluno, assumindo a responsabilidade pela manutenção da harmonia no ambiente escolar e integridade ampla de seus alunos.  

Pretende-se assim, discutir as situações ocorridas no ambiente escolar caracterizada como bullying, além disso, este projeto visa discutir formas de convivência no espaço escolar, valorizando a amizade, os valores humanos e a integração entre os envolvidos no projeto.

A discussão das questões ligadas à prática do bullying com toda a comunidade escolar é importante, pois, proporciona a reflexão e evita que novos casos ocorram nas unidades escolares.

 

 

 

METODOLOGIA

 

Este projeto será desenvolvido através de leituras, discussão de textos, trabalhos em grupos, proporcionando a reflexão sobre as causas e consequências do Bullying. Também serão utilizadas as seguintes estratégias metodológicas:

·Apresentação do filme Bullying: Provocações sem limites;

·Dinâmicas de grupo;

·Produção de textos;

·Palestras com os alunos;

·Palestra com a psicóloga do município.

·Organização de seminários e debates;

·Leituras variadas;

·Confecção de cartazes;

·Teatro: A turma do Chaves contra o Bullying;

 

CONTEÚDOS

·         Artigo de opinião.

·         Valores, moral e ética.

·         Debate.

 

 

DISCIPLINAS E TURMAS ENVOLVIDAS

TURMAS
DISCIPLINAS
1ª e 2ª fase / 3º ciclo
Língua Portuguesa
3ª fase / 3º ciclo
Língua Portuguesa
1º ano - Ensino Médio
Filosofia
2º e 3 ºano - Ensino Médio
Filosofia

 

 

 

CONCLUSÃO

Podemos concluir que as pesquisas e discussões realizadas no decorrer do projeto surtiram o efeito desejado. De forma que os alunos puderam perceber as diferenças entre brincadeiras e o bullying propriamente dito.

A interação dos alunos com o tema ocorreu naturalmente, pois ouvimos vários relatos de alunos que sofreram ou que praticaram o bullying. Então essas situações estão presentes no cotidiano dos educandos, que através do projeto conseguiram compreender as consequências que as “brincadeiras sem limites” podem trazer para a vida do outro.

 

 

Projeto: O Cordel e a História


PROJETO: O Cordel e a História

PROFESSORA: ALINE BROIO RODRIGUES VITORINO

OBJETIVO GERAL

 

·         Criar coletivamente um poema de cordel, produzindo um folheto ilustrado e apresentando-o oralmente para as outras turmas.

 

Objetivos Específicos

·Explicar a Guerra de Canudos e o cangaço, inserindo-os no quadro socioeconômico e político do sertão nordestino no início do regime republicano. 

·Compreender os limites da atuação política durante a Primeira Republica

·Compreender o contexto de produção da literatura de cordel e reconhecer em exemplares do gênero a estrutura básica de uma composição poética (tema, organização espacial das palavras, verso, estrofe, rima, ritmo, métrica)

·Interpretar recursos linguísticos empregados em textos poéticos, em especial a rima.

 

JUSTIFICATIVA

É difícil saber a origem da literatura de cordel. Para alguns, ela existe desde a Antiguidade; para outros, surgiu apenas durante a Idade Média, na Europa. Bastante popular, o cordel era apresentado pelos trovadores, que recitam, de vila em vila, histórias de feitos importantes. Com o tempo, as narrativas passaram a ser transcritas em folhetos, que eram pendurados em cordas (daí o nome “cordel”) para que as pessoas os lessem e comprassem.

Trazido pelos portugueses durante o período colonial, o cordel se fixou no Nordeste, onde continua presente até hoje. Os autores, chamados cordelistas, acompanham os versos com musica e viola. As rimas e a música facilitam a memorização e a repetição. Desde que apareceram, tivemos importantes cordelistas, como Leandro Gomes de Barros (o primeiro cordelistas a publicar no Brasil), João Martins de Athayde, Manuel Camilo dos Santos, Cego Aderaldo e Patativa do Assaré.

Geralmente os folhetos trazem ilustrações em xilogravura. A linguagem é utilizada é popular, muito parecida com a fala, e os temas variam bastante. Os cordéis podem tratar tanto de feitos heroicos, de questões políticas ou sociais, quanto de pessoas conhecidas e de assuntos do cotidiano.

Nos primeiros anos de nossa república, o cordel era uma importante forma de comunicação entre a população nordestina. Lampião e Padre Cícero foram alguns dos personagens recitados pelos cordelistas.

Atualmente o cordel vem ganhando visibilidade no cenário literário brasileiro devido à sua importância para a compreensão da cultura do nosso país. A elaboração do cordel pelos alunos, além de exercitar habilidades cognitivas, como a tradução de conteúdos de uma linguagem para a outra, também proporciona um contato com a escrita muitas vezes desvalorizada.

 

 

 

METODOLOGIA

 

Este projeto será desenvolvido através de leituras, discussão de textos, trabalhos e pesquisas em grupos e composições poéticas. O cordel, de raízes tanto portuguesas como nordestinas, alude a uma cultura folclórica brasileira, por vezes ressaltando as agruras do sertão e, outras exaltando os feitos de personagens e personalidades emblemáticas regionais brasileiras.

Dessa maneira, levando se em conta a pluralidade cultural do país, pode-se discutir historicamente, o panorama de sertão nordestino brasileiro, bem como das lutas históricas ocorridos na região.

Após os alunos pesquisarem sobre o cangaço e a Guerra de Canudos, assistir vídeos relacionados aos conteúdos, pesquisarem sobre os autores  de cordéis nordestinos com Patativa de Assaré.

Estudaremos o folclore, os costumes, enfim a cultura nordestina. Para posteriormente trabalhar a produção do cordel com base nas pesquisas realizadas.

 

CONTEÚDOS

·         Composição poética.

·         A República chega ao Brasil.

 

 

DISCIPLINAS E TURMAS ENVOLVIDAS

TURMAS
DISCIPLINAS
3ª fase / 3º ciclo
Língua Portuguesa
3ª fase / 3º ciclo
História

 

 

 

CONCLUSÃO

Podemos concluir que as pesquisas e discussões realizadas no decorrer do projeto surtiram o efeito desejado. De forma que os alunos compreenderam a cultura nordestina e o processo histórico da introdução republicana no Brasil.

Apesar da dificuldade de entenderem a elaboração de versos com sete sílabas, tiveram sucesso em estrutura-los em sextilhas ou décimas para a escrita do cordel. Sendo capazes de usar os recursos da rima, seguindo as regras estabelecidas para as diferentes modalidades de cordéis.

Durante a produção, pode-se perceber que os alunos tiveram facilidade em relacionar-se e debaterem sobre os processos históricos do tema escolhido, mantendo assim a coerência com o tema. Mostraram-se capazes de produzir o folheto de cordel com ilustração de capa a partir de sua criação coletiva.


sábado, 20 de agosto de 2011

Atividades de Valor Sonoro, Reconstrução do código e Produção de textos


 VALOR  SONORO


            Quando a criança está N2 e Inter I.
            Aqui a criança vai aprofundar a língua escrita
            Levar a criança a refletir sobre a letra, porque precisa adquirir o V.S. das letras (não estamos falando de sons e sim código), que usamos para escrever, só que usamos as letras para  produzir textos orais e escritos, letras são usadas para ler textos escritos, escrever e produzir textos, letra é o instrumento.
            A criança precisa aprender o nome das letras, o traçado da letra, identificar a letra em diferentes lugares: no começo, no meio e no fim da palavra e precisa compreender que muitas coisas podem ser escritas com essa letra.
            Precisa construir, se apropriar do nosso código que é usado para construir textos.
            Pensar sobre a letra em situações de texto ou jogos.
            Para leitura e atividades todos os tipos de letra, só o professor no quadro e ele escrevendo em caixa alta.
           

CONTEÚDOS A SEREM EXPLORADOS

- Rótulos, logotipo ou legendas
- Leitura de livros com todos os tipos de letras, só com desenhos, listas, etc...
- Literatura: Ilustrar e dramatizar textos literários e poéticos, lidos pelo professor
- Produção de texto coletivo
- Caixa surpresa: atividades de adivinhas, o que é, o que é
- Oralidade: relatar experiências pessoais, histórias familiares, brincadeiras, acontecimentos, interpretar textos ouvidos, programas de tv, filmes, passeios, etc...

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Emília Ferreiro: Níveis de Alfabetização

- Quem é Emília Ferreiro?

- Qual a sua teoria?

- Quais são s níveis de alfabetização?

Emília Ferreiro é doutora em psicologia pela universidade de Genebra, onde teve a oportunidade de ser orientada por Jean Piaget. Suas pesquisas sobre alfabetização foram realizadas principalmente na Argentina país onde nasceu, enfocando como se deve ensinar a ler e a escrever desenvolvendo uma teoria sobre os níveis de alfabetização.
Defende que o caminho para reinventar a escrita são os mesmos para todas as crianças, independente da condição social, a partir da teoria de Piaget, que se considera que o sujeito cognoscente é aquele que busca o conhecimento e que busca ativamente compreender o mundo a sua volta. Para compreender a linguagem o sujeito formula hipóteses, busca regularidades, coloca à prova suas antecipações e cria sua própria gramática, imaginando ser compreensível por todos.
Segundo a autora, o professor deve estar consciente de todos os níveis estruturais da linguagem escrita que são: Pré silábico, intermediário I, hipótese silábica, hipótese silábica alfabética ou intermediário II e por fim alfabético.
 * Nível I - Pré silábico: não estabelece vinculo entre a fala e a escrita, supõe que a escrita é uma forma de representar coisas, usando desenhos, garatujas e rabiscos para escrever, depois começa a traças letras e números, colocando misturados ao tentar escrever, não importa a quantidade de letras, usa letras do próprio nome.
* Nível II – Intermediário: começa a perceber a relação entre a escrita e a pronuncia, conhece e usa alguns valores sonoros.
* Nível III - Hipótese silábica: Já supõe que a escrita representa a fala, tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro convencional as letras, em frases pode escrever uma letra para cada palavra.
* Nível IV - Hipótese silábica alfabética ou Intermediário II: combina só vogais ou só consoantes, fazendo grafias equivalentes para palavras diferentes. Por exemplo: AO para gato, ML para mala.
* Nível V - Hipótese alfabética: compreender sua organização do sistema lingüístico, consegue ler e escrever ou expressar graficamente o que pensa ou fala, a criança escreve foneticamente e não graficamente.
Em cada nível a criança elabora suposições a respeito do processo de construção da leitura e escrita, baseando-se na compreensão que possui desses processos.
Os trabalhos desenvolvidos sobre as hipóteses de pensamento que a criança pode apresentar a respeito da linguagem escrita. Emília Ferreiro não propõe uma “nova pedagogia” ou um “novo método”, mas deixa claro que não é apenas um conhecimento de letras e das sílabas, mas a compreensão do funcionamento do código.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Minha Família!!!

Henrique, Beatriz e Eu!!!
"O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele."

sexta-feira, 25 de junho de 2010

ESTAR GRÁVIDA É...

ESTAR GRÁVIDA É...

... ler 50 vezes o resultado positivo do exame para ter certeza que está correto.

... se pegar imaginando, por horas a fio, como será os olhos, os cabelos e a pele do filho que vai chegar.

... torcer, e muuuuuuito, para que ele nasça perfeitinho.

... nunca mais dizer "ai, se fosse meu filho!" quando encontrar uma criança tendo acessos de birra no corredor de um shopping center.

... sair na rua e só enxergar mulheres grávidas.

... ter sono, muito sono.

... esperar ansiosamente pelo dia do ultrassom, e assim que sair de lá, esperar ansiosamente pelo próximo!

... aprender a enxergar o filho nas manchas de um ultra-sonografia.

... ler muito sobre gravidez, pular o capítulo do parto (pois ainda é muito cedo pra se preocupar) e ir direto para os cuidados com o bebê.

... ir ao shopping e desejar apenas coisinhas para o filho.

... torcer para ficar barriguda.

... ficar muito esquisita e descobrir uma incrível capacidade de sentir todas as emoções em uma hora, da alegria descontrolada ao mau humor sem fim.

... acordar várias vezes de madrugada para fazer xixi.

... reparar que seu marido fica muito mais interessante como pai do seu filho.

... rir sozinha ao sentir o bebê mexer, mesmo que ele te acorde várias vezes durante a noite, porque você não esta numa posição confortável para ele.

... acreditar num mundo melhor.