sábado, 20 de agosto de 2011

Atividades de Valor Sonoro, Reconstrução do código e Produção de textos


 VALOR  SONORO


            Quando a criança está N2 e Inter I.
            Aqui a criança vai aprofundar a língua escrita
            Levar a criança a refletir sobre a letra, porque precisa adquirir o V.S. das letras (não estamos falando de sons e sim código), que usamos para escrever, só que usamos as letras para  produzir textos orais e escritos, letras são usadas para ler textos escritos, escrever e produzir textos, letra é o instrumento.
            A criança precisa aprender o nome das letras, o traçado da letra, identificar a letra em diferentes lugares: no começo, no meio e no fim da palavra e precisa compreender que muitas coisas podem ser escritas com essa letra.
            Precisa construir, se apropriar do nosso código que é usado para construir textos.
            Pensar sobre a letra em situações de texto ou jogos.
            Para leitura e atividades todos os tipos de letra, só o professor no quadro e ele escrevendo em caixa alta.
           

CONTEÚDOS A SEREM EXPLORADOS

- Rótulos, logotipo ou legendas
- Leitura de livros com todos os tipos de letras, só com desenhos, listas, etc...
- Literatura: Ilustrar e dramatizar textos literários e poéticos, lidos pelo professor
- Produção de texto coletivo
- Caixa surpresa: atividades de adivinhas, o que é, o que é
- Oralidade: relatar experiências pessoais, histórias familiares, brincadeiras, acontecimentos, interpretar textos ouvidos, programas de tv, filmes, passeios, etc...

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Emília Ferreiro: Níveis de Alfabetização

- Quem é Emília Ferreiro?

- Qual a sua teoria?

- Quais são s níveis de alfabetização?

Emília Ferreiro é doutora em psicologia pela universidade de Genebra, onde teve a oportunidade de ser orientada por Jean Piaget. Suas pesquisas sobre alfabetização foram realizadas principalmente na Argentina país onde nasceu, enfocando como se deve ensinar a ler e a escrever desenvolvendo uma teoria sobre os níveis de alfabetização.
Defende que o caminho para reinventar a escrita são os mesmos para todas as crianças, independente da condição social, a partir da teoria de Piaget, que se considera que o sujeito cognoscente é aquele que busca o conhecimento e que busca ativamente compreender o mundo a sua volta. Para compreender a linguagem o sujeito formula hipóteses, busca regularidades, coloca à prova suas antecipações e cria sua própria gramática, imaginando ser compreensível por todos.
Segundo a autora, o professor deve estar consciente de todos os níveis estruturais da linguagem escrita que são: Pré silábico, intermediário I, hipótese silábica, hipótese silábica alfabética ou intermediário II e por fim alfabético.
 * Nível I - Pré silábico: não estabelece vinculo entre a fala e a escrita, supõe que a escrita é uma forma de representar coisas, usando desenhos, garatujas e rabiscos para escrever, depois começa a traças letras e números, colocando misturados ao tentar escrever, não importa a quantidade de letras, usa letras do próprio nome.
* Nível II – Intermediário: começa a perceber a relação entre a escrita e a pronuncia, conhece e usa alguns valores sonoros.
* Nível III - Hipótese silábica: Já supõe que a escrita representa a fala, tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro convencional as letras, em frases pode escrever uma letra para cada palavra.
* Nível IV - Hipótese silábica alfabética ou Intermediário II: combina só vogais ou só consoantes, fazendo grafias equivalentes para palavras diferentes. Por exemplo: AO para gato, ML para mala.
* Nível V - Hipótese alfabética: compreender sua organização do sistema lingüístico, consegue ler e escrever ou expressar graficamente o que pensa ou fala, a criança escreve foneticamente e não graficamente.
Em cada nível a criança elabora suposições a respeito do processo de construção da leitura e escrita, baseando-se na compreensão que possui desses processos.
Os trabalhos desenvolvidos sobre as hipóteses de pensamento que a criança pode apresentar a respeito da linguagem escrita. Emília Ferreiro não propõe uma “nova pedagogia” ou um “novo método”, mas deixa claro que não é apenas um conhecimento de letras e das sílabas, mas a compreensão do funcionamento do código.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Minha Família!!!

Henrique, Beatriz e Eu!!!
"O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele."